O ANO EM QUE DISSE SIM
- Dabiene Soutto

- 13 de out. de 2020
- 3 min de leitura
Como dançar, ficar ao sol e ser sua própria pessoa

Se você é amante de Greys Anatomy, com certeza, em alguns momentos sentiu um ódio mortal por Shonda. Eu confesso: Deixei de assistir a série por um bom tempo depois que Isis Steves saiu da série, sem a possibilidade de mostrar sua grandeza como cirurgiã e porque a Semente do Mal (vulgo Alex Carev) ficou devastado com a partida dela. Mas não é sobre Greys Anatomy que vamos falar, é sobre Shonda.
Você com certeza já ouviu falar dela em algum momento, se ainda não, POR FAVOR, se inspire na história dessa mulher incrível.
O livro é de leitura bem simples, é como conversar com uma amiga que a gente não vê há muito tempo. Me identifiquei com o modo de escrever da Shonda, sabe quando estamos contado uma história mas precisamos contar um outra no meio da história principal para que ela tenha sentido? Poisé, é assim!
O Ano do Sim de Shonda, começou durante uma jantar de ação de graças quando ela comentavam com a irmã mais velha dos convites para grandes eventos que ela recebia e sempre se negava a participar.
Se você quer que coisas ruins
parem de acontecer com você, pare de aceitar
coisas ruins e exija algo mais.
__CHRISTINA YANG, GREY'S ANATOMY
Eu não vou te contar o motivo dela negar os eventos, muito menos o por que dela resolver criar o Ano do Sim. Vou te contar que quando você decidir dizer sim para sua vida, para os seus projetos. A vida simplesmente acontece. O grande segredo de Shonda foi sair da zona de conforto. Ela decidiu encarar tudo aquilo que lhe causava pânico.

O livro de Shonda, começa com uma retratação, Shonda se descreve como uma velha mentirosa, ela ama escrever, ama a ficção e inventar histórias. Não é por nada que ela é a dona da TV nas quintas-feiras a noite com Grey's Anatomy, Scandal e Haw to get Away With Murder. Mas não vale julgá-la por ser velha e mentirosa, você precisa ler o livro para entender.
Ela ainda se descreve como uma pessoa profundamente introvertida. "Até os ossos. Minha médula é introvertida. Meu catarro é introvertido..." Ela descreve a experiência de escrever o Ano do Sim, como um nu frontal, que a deixa nervosa e inquieta.
Ela é mãe de 3 pequenas (Harper, Emerson e Beckett) ser mãe é uma das coisas preferidas de Shonda, os capítulos em que ela conta sobre a maternidade e sobre o clube de mães são as minhas partes preferidas. Sabe aquele rosa que reina no mundo das mães? Poisé, aqui não tem!! Não é rosa, é incolor, mas pode instantaneamente ser a coisa mais colorida do universo, é gigante, é profundo...
Shonda é admiradora dos pais e irmãos. Ela os cita diversas vezes no decorrer da história, tanto é, que o livro nasceu de uma frase dita por sua irmã mais velha durante o jantar de ação de graças ""Você nunca diz sim para nada."
Sim aos discursos, jantares, eventos, tapetes vermelhos e vestidos com brilho. Shonda, disse sim a tudo o que até então dizia não. Shonda disse sim a si mesmo, a suas vontades, a seu futuro, mas o sim mais difícil, foi pelo ao si mesmo, a seu corpo.
Acho que a forma mais incrível de voce entendeter como Shonda é uma PUD (primeira, única, diferente), é a versão dela de mulher F%*da, é assistir ao TED pelo link abaixo.


Comentários